Estou deixando de ser uma pessoa Ansiosa e Insegura.
Estou mais atento às oportunidades de interação com as pessoas.
A convivência saudável exige uma consciência genuína do outro como ser autônomo, não como extensão das nossas necessidades.
Perceber o estado do outro – Ler os sinais sutis de quando alguém está receptivo, sobrecarregado, precisando de espaço. Não é apenas ouvir as palavras, mas captar o tom, a energia, o contexto em que a pessoa se encontra.
Timing e ritmo – Há momentos para pedir, momentos para oferecer, e momentos simplesmente para estar presente sem expectativas. Respeitar esses tempos é uma forma de cuidado.
Desapego das expectativas imediatas – Entender que a indisponibilidade do outro não é rejeição pessoal. Alguém pode estar lidando com questões internas completamente alheias a nós.
A “arte da convivência” não é sinônimo de passividade ou calcular friamente cada interação.
É mais uma sensibilidade – quase uma escuta ampliada – que permite que os relacionamentos fluam com menos atrito e mais autenticidade.
